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21.11.20

Parabéns e vida longa, Alcione!

 












Dona de uma voz inconfundível, personalidade marcante e suingue inigualável, Alcione é uma das artistas brasileiras mais prestigiadas no Brasil e no exterior. Ímpar, emblemática e com um carisma especial que conquistou uma legião de fãs ao longo de sua trajetória de mais de 45 anos de carreira. Hoje (21/11), Alcione completa 73 anos.

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Nascida em São Luís do Maranhão, é a quarta de nove filhos do casal João Carlos e Felipa. Formou-se professora primária em sua cidade, mas em 1967 mudou-se para o Rio de Janeiro. A Marrom, apelido que ganhou desde o início de sua carreira artística, detém um glorioso currículo que inclui os principais palcos do Brasil e do mundo, já tendo cantado em mais de 30 países. Só para dar uma pincelada na trajetória da artista e demonstrar sua importância na divulgação da música brasileira no exterior, seguem alguns destaques: 


Cantou em 13 teatros no Japão, entre eles o Pit Inn e o Nakanu Plaza Hotel; Festival de Montreux e Jam Session de Montreux, na Suíça; Em Portugal, nos teatros Capitólio, Coliseu e Tivolli, em Lisboa, Coliseu e Sal da Beira, no Porto, além, da Universidade de Coimbra e no Cassino de Estoril; Festival Domenica Romana na Itália e o FEM 6 em Köln, na Alemanha; 7ª Bienal do Brasil em Lyon, na França, na casa de espetáculos Ballroom e no Town Hall Theatre em Nova York, onde também cantou no Brazilian Day de 2009; No ginásio Dinamo em Moscou e mais 12 teatros da antiga União Soviética, somando um total de 26 apresentações por quatro Repúblicas - hoje países - Rússia, Estônia, Lituânia e Ucrânia. Todas a convite do Ministério da Cultura da URSS; Duas apresentações em Tel Aviv; Representou o Brasil em especial para a Televisa no México; Diversas apresentações na Argentina, Chile, Uruguai, Angola, Cabo Verde e Moçambique!

A artista, em seus incontáveis momentos de glória, já passou por experiências tão marcantes e glorificantes, como a de ser escolhida para comandar durante dois anos, o programa Alerta Geral, em horário nobre da Rede Globo, sob a direção do saudoso Augusto César Vanucci, onde cantou com todas as grandes personalidades da música brasileira, como: Cartola, Baden Powell, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Nelson Cavaquinho, Dorival Caymmi, Ângela Maria, Cauby Peixoto, Marlene, Emilinha Borba e tantos outros.

E a emoção maior de apresentar-se para mais de 500 mil pessoas no Maranhão, quando foi convidada pela Paróquia de São Luís para saudar o sumo pontífice com músicas como “João de Deus” para a visita do Papa João Paulo II ao Brasil, no início da década de 90. Aplaudida e admirada por uma biografia impecável, a Marrom impõe credibilidade. Talvez por isso, a cantora tenha despertado a atenção de empresas e marcas que sonhavam em ter o seu aval em produtos, eventos, realizações. Muito requisitada para campanhas publicitárias, sua escolha como uma das titulares da turnê/campanha “Nívea Viva O Samba” (2014) e lançamento do batom Eudora Glam Matte Tint (2019), ao lado de nomes como Xuxa, Angélica e Marina Ruy Barbosa, foram apenas algumas comprovações do prestígio e da empatia popular causada por seu nome.



Artista amada por plateias de todos os quadrantes, faixas etárias, classes sociais e intelectuais, Alcione já eternizou seu nome em muitas páginas da história da nossa melhor música popular. Sua obra, eclética e desvirtuada de preconceitos musicais encontra uma indefectível conexão com o povo (ela tem orgulho danado de ser uma cantora popular!).

 Paralelamente, o público, que evidencia essa espécie de culto à grande personalidade maranhense, também vem conhecendo um outro lado da artista: o beneficente. Suas preocupações com o bem-estar social a levaram a engajar-se em campanhas e eventos, ações solidárias. Sem alardes, propósito de divulgação, projeção de seu nome, músicas ou carreira artística.



Por tudo acima mencionado e tantas outras qualidades - musicais e pessoais - Alcione é um nome diferenciado e emblemático. Uma artista valorosa, guerreira, conhecida pela autenticidade, competência e trajetória singular. E, aproveitando um dos seus bordões mais famosos (sim, ela também tem um vasto repertorio neste quesito) “Alcione não é e nunca será uma qualquer”.

Fonte: http://www.alcioneamarrom.com.br/

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